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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Não adianta nada colar aquele textão sobre direitos autorais no Facebook


Você já deve ter visto alguém no seu Facebook compartilhando isto nos últimos dias: 
 

 

Como você pode imaginar, o texto não tem eficácia jurídica. O advogado Ronaldo Lemos, diretor Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio e colunista da Folha, explica ao BuzzFeed Brasil (via Facebook):

Quem usa o Facebook precisa aceitar os termos de uso do serviço. É esse documento que regula a relação do usuário com o site.

Portanto, se você usa o Facebook, quer dizer que aceita os termos de uso. Segundo Lemos, porém, a intenção do texto é boa:

Postar esse texto no Facebook é positivo porque demonstra um desejo do usuário por mais controle sob seus dados e a sua informação. Mas isso não vai modificar a conduta do Facebook com relação a quem faz o post.

As atualizações recentes nos termos e políticas do Facebook, que motivaram o texto, não tratam de direitos autorais sobre conteúdo dos usuários, e sim sobre quais informações do usuário o Facebook coleta para exibir anúncios.

Exemplos de dados que o Facebook analisa para te mostrar anúncios: páginas que você curte, sua idade, seu sexo, sua localização, os dispositivos que usa para acessar o Facebook, seu endereço de e-mail e sua atividade em sites e aplicativos fora do Facebook.

(Lembrando sempre que você pode controlar quem vê cada uma das suas postagens.)

(Lembrando sempre que você pode controlar quem vê cada uma das suas postagens.)

Ou seja: não quer se submeter às regras do Facebook? Só saindo do Facebook.

Não adianta nada colar aquele textão sobre direitos autorais no Facebook

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pessoas sem facebook são alvo de suspeita por psicólogos e RH de empresas.


Ter um perfil no Facebook se tornou algo tão comum que se você não for um dos 955 milhões de usuários da maior rede social do mundo, pode ser considerado "suspeito" por empregadores, psicólogos e, claro, aqueles amigos que não se conformam com sua exclusão digital. Para a nova geração, parece que estar no Facebook - e em tantas outras redes sociais - se tornou normal, enquanto optar por não participar é esquisito.

Os motivos para esse estranhamento são variados. Para os responsáveis por contratar novos funcionários em uma empresa, a ausência de perfil em algum site de relacionamento pode indicar que o candidato teve sua conta deletada por desrespeitar as regras internas, ou que a pessoa tem informações relevantes a esconder, informa uma reportagem do Daily Mail.

Esse é um fato levado em consideração por equipes de Recursos Humanos, que investigam a presença online dos candidatos e podem até rejeitá-los - dependendo do conteúdo encontrado em sites como o Facebook, aponta uma pesquisa da empresa de monitoramento Reppler. É também possível que a pessoa ganhe pontos para uma eventual contratação - através do feedback positivo de amigos e antigos chefes, por exemplo, revela a Forbes.

De uma maneira parecida, psicólogos veem a existência de perfis na web como indicativo de uma vida social ativa e saudável. Por outro lado, interações predominantemente virtuais podem reforçar sentimentos de ansiedade no mundo real, offline. Essa exclusão digital, para alguns especialistas, poderia também significar a falta de amigos no mundo real, de acordo com o Mashable.

A revista alemã Der Taggspiegel chegou ao extremo de fazer analogia ao fato de que dois autores de massacres recentes - Anders Behring Breivik, responsável pelas mortes de 77 pessoas ano passado na Noruega, e James Holmes, que matou 12 pessoas em um cinema nos Estados Unidos - tinham este aspecto em comum: a ausência de participação em redes sociais. Eles mantinham perfis em sites obscuros, porém nenhuma página levava seu nome nas maiores redes sociais.

Tantas alegações deixam ao menos uma pergunta: a suspeita que recai sobre "fantasmas virtuais" é suficiente para negar uma vaga de emprego, ou acreditar que esse é um passo para a formação de um psicopata? Dificilmente. Porém, conforme as redes sociais se tornam mais difundidas - e se mostram duradouras, em vez de passageiras - é inevitável que alguém sem perfil no Facebook, por exemplo, tenha de arcar, frequentemente, com a pergunta, de empregadores, psicólogos, amigos: "por quê?".

Fonte: portal terra

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O facebook e sua censura indevida!!!


O facebook é uma ótima ferramenta para compartilhar e divulgar conteúdo próprio. Assim como outras redes sociais, o site vangloria-se de ser um espaço aberto para a liberdade de expressão e difusão de ideias para qualquer pessoa. Por isso mesmo alguns casos de censura costumam causar tanta polêmica e indignação. O TechTudo relembrou dez casos de censuras indevidas na rede social.


10. A controversa celebridade americana Courtney Stodden, que ficou famosa em 2010 por ter se casado aos 16 anos com um adulto de 51 e por publicar fotos sensuais, teve seu perfil do Facebook banido em outubro do ano passado. O motivo citado pela rede social foi a presença de "conteúdo sexual inapropriado", um problema provavelmente agravado pelo fato dela ainda ser menor de idade. "Muito sexy para o Facebook?", perguntou a própria em sua conta pessoal no Twitter.

No dia seguinte, o Facebook colocou a página dela de volta e pediu desculpas. Courtney ficou aliviada e disse que o caso era resultado de ataques de cyber-bullying.


09. O Facebook também já implicou com nomes de cidades e de pessoas em sua rede social. Em 2010, por exemplo, páginas com a palavra "Palestina" chegaram a ser banidas, assim como novos membros com o sobrenome "Arab" eram impedidos de abrir uma conta na rede social. Além disso, apenas em janeiro deste ano o Facebook liberou os residentes da cidade irlandesa Effin citarem o local como sua cidade natal.


08. Páginas criadas por ativistas ingleses foram removidas pelo Facebook em abril do ano passado, em meio a onda de protestos que tem acontecido em várias partes da Inglaterra e do mundo. A rede social negou ter suspendido por alguma razão política: o motivo é que elas estariam registradas incorretamente como a de um membro individual, quando na verdade eram usadas como páginas de grupos ou organizações.

Alguns meses depois, em agosto, os perfis de alguns ativistas foram bloqueados pelo Facebook. Novamente negando qualquer motivação política, a rede social culpou um defeito no sistema de detecção de spam pelo problema.


07. Em 2010, o Facebook baniu a imagem do perfil da jornalista de celebridades Mônica Apor. Isso porque tratava-se de uma reprodução da capa da edição de julho daquele ano da revista Playboy, para a qual posou nua.

Como protesto, Apor postou no lugar uma imagem exibindo apenas uma tarja com a palavra "Censurado". E ainda reclamou no Facebook: "Cheio de perfis fakes e pornográficos por aí e vem me encher o saco!"



06. Em 2008, a mãe Heather Farley não só teve uma foto sua amamentando removida pelo Facebook como foi ameaçada de ser banida da rede social ao postar novamente a imagem. O problema, segundo o Facebook, é que ela exibia uma parte do seu mamilo

Como protesto, Heather Farley criou uma página chamada "Hey, Facebook, amamentar não é obsceno!", que hoje já conta com quase 4 mil membros. Ali, foi divulgado um link que exibe várias fotografias banidas pela rede social. A página continua até hoje sendo atualizada com casos recentes.


05. Uma foto da cantora Kylie Minoguesegurando um enorme ursinho de pelúcia com um microfone no lugar errado foi banida pelo Facebook! O motivo? Basta ver a imagem ao lado para entender. A cena aconteceu durante um show em uma boate GLS de Londres, quando alguém do público jogou o presente para a artista. O Facebook disse não autorizar "fotos que contenham nudez, uso de drogas ou violência".



04. A icônica capa do disco Nevermind, do Nirvana, foi censurada pelo Facebook em julho do ano passado. A imagem havia sido postada na página oficial da banda e foi removida por supostamente violar os termos de uso do site ao mostrar um bebê nu. A rede social parece ter se arrependido, já que a imagem foi republicada dias depois.

Esse não foi o único caso de capa de disco censurada. Em 2010, o Facebook baniu campanhas publicitárias do álbum Night Work, da banda Scissor Sisters. A capa mostrava as nádegas do dançarino clássico Peter Reed.



03. Em dezembro de 2011, uma fotografia que mostrava vários ciclistas besuntados em óleo e vestindo apenas sungas em Curitiba foi removida pelo Facebook. A imagem registrava uma homenagem feita ao Oil Man ("homem óleo"), um habitante da capital paranaense famoso por andar de bicicleta exatamente nesses trajes.

A foto foi postada pelo escritor Luiz Andrioli e compartilhada por mais de 500 pessoas, além de ganhar cerca de 600 comentários. O Facebook não revelou o motivo da remoção, mas suspeita-se que tenha sido porque ela mostra homens seminus.



02. A fotografia reproduzida acima, que mostra dois homens se beijando, foi censurada pelo Facebook no ano passado. Ironicamente, a imagem ilustrava uma página que convocava para um "beijaço gay", um protesto contra um pub inglês que expulsou um casal homossexual por se beijar. A explicação do Facebook é que a foto exibia "nudez ou algum tipo de conteúdo sexualmente sugestivo". Com a polêmica instaurada, o Facebook retratou-se dias depois, pedindo desculpas pelo erro.



01. Mamilos no Facebook são muito polêmicos, como se pode ver com o caso das fotos de mulheres amamentando. Mas banir uma foto de uma boneca com os seios nus não seria um exagero? Para o Facebook, não. A rede social agiu assim depois que uma designer de joias australiana, Victoria Buckley, divulgou sua linha de produtos com fotos estampando uma boneca de porcelana sem roupas como modelo.

A foto chegou a ficar meses exposta na página oficial da loja, até que em julho de 2010 foi banida por se tratar de "conteúdo inapropriado". Culpando um certo "puritanismo americano", Buckley demonstrou-se indignada. "Há um grupo de fãs de Michelangelo e eles têm uma imagem da estátua [nua] de Davi... Por que isso está permitido e a boneca não?", perguntou. Depois disso, ela chegou a publicar novas imagens, dessa vez censuradas, mas que ainda assim foram banidas. Atualmente, há fotos da boneca sendo exibidas na página. Em todas elas os "mamilos" e "órgão genital" estão escondidos.

Fonte: globo.com

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Pessoas que entram no Facebook para encontrar amigos acabam ainda mais sozinhas


Os internautas solitários adicionam pessoas desconhecidas e conhecidos no Facebook na maioria das vezes, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Waterloo, no Canadá. O estudo mostra que ao agir desta maneira as pessoas se sentem ainda mais sozinhas.

Nele, é demonstrado que as pessoas com baixa auto-estima tendem a divulgar informações pessoais em excesso na rede social. Apesar de muitos postarem o que estão fazendo o tempo todo, essas mesmas pessoas não gostam de ler as atualizações dos outros.

Durante a pesquisa, foram avaliadas as atualizações de status dos entrevistados. Os internautas mais "solitários" afirmaram que o Facebook é "um lugar seguro que reduz o risco de difíceis situações sociais". De forma resumida, as pessoas introvertidas podem acreditar que se tornaram mais extrovertidas e populares na Internet.

Uma das pesquisadoras, Amanda Forest, destaca ter notado a dificuldade dos entrevistados em julgar outras pessoas pelo que elas próprias fazem. Ela ainda afirma que metade da lista de amigos de cada pessoa no Facebook é composta por pessoas estranhas ou conhecidas, mas não amigos íntimos.

Os envolvidos no estudo concluíram que o relacionamento com estranhos não melhora os problemas de solidão dos internautas e é preciso que estes procurem um psicólogo para orientá-los a conhecer novos amigos.

Fonte: globo.com

Nossa Opinião

Já comentei aqui o que acho do tipo de gente que se expõe demais no facebook.

Quem quiser conferir, segue o link: http://www.carneiro-neto.blogspot.com/2012/01/as-redes-sociais-e-necessidade-de-se.html


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Os diferentes tipos de pessoas que encontramos no FACEBOOK! Quem é você?!?!?!





O Facebook pode ser bom ou mal. O fato é que ele é composto por pessoas de vários tipos e índoles. Daí essa diversidade de opiniões e até mesmo esteriótipos. Daí o título de ‘face da discórdia’. Alguns tipos são bem peculiares nasredes sociais.

Então, veja aqui os 25 tipos de pessoas mais encontradas no Facebook:

1. Aquele que tenta superar o ex e vive postando coisas do tipo ’1 universo, 9 planetas, 207 países, 7 oceanos, 6 bilhões de pessoas e você acha que ainda preciso de você?’. Na boa, se essa pessoa não fosse importante nem merecia essa ‘patada’ no face…

2. A ‘consultora de moda’. Toda e qualquer oportunidade de postar sapatos novos e roupas da moda será usada. ‘A cara da riqueza’ normalmente sobrevive por causa desses apetrechos… E por eles dão a vida. Portanto, não as chame de fúteis ou vivam um verdadeiro inferno.

3. Aquele que ‘se acha’ e posta todos os seus poderes no álbum do face. Seria a versão masculina da ‘consultora de moda’, mas neste caso numa tendência power: carrões, mansões, wiskies e roupas de marca.

4. A pessoa que acha que o facebook é diário e posta cada passo, cada vivência, cada tristeza e cada alegria. Pessoas desse tipo costumam postar coisas como ‘varrendo a casa’, ‘dando a comida do meu filho’, ‘na balada’, e por aí vai… Alguns resumem a ‘hoje foi um dia bastante especial: varri a casa, dei comida ao meu filho e terminei o dia na balada’.

5. A pessoa que fala sua própria língua e ninguém entende nada. Talvez já tenha sido criada a língua ‘facebookiana’ e eu não tenha percebido…

6. Aqueles que postam fotos só do rosto porque geralmente tem vergonha do rsto do corpo.

7. O idiota. Aquele que vive de fazer inferno da vida alheia porque estudar e fazer algo útil da vida não lhe atrai.

8. A pessoa que não usa vírgula e nem pontuação nenhuma. Elas não entendem que uma vírgula pode mudar todo o sentido da frase…

9. O artista, que vive de postar desenhos, links para votar na sua banda, divulgação de espetáculos, etc, etc, etc. Mas o que seria do face sem criatividade?

10.Os ‘forever alone’, como são comumente conhecidos no mundo virtual. No mural destes solitários sempre há vaga para frases alheias, de auto-ajuda, espirituais…

11.O filósofo, aquele que cria as frases para os ‘forever alone’ compartilharem ou simplesmente curtirem.

12.A pessoa que não consegue dormir e quer que você saiba disso. Esses são fáceis de identificar. Uma frase célebre seria ‘quem tá acordado curte aê’, mas existem variações.

13.A pessoa falsa sempre dá sinal de vida quando, no face do inimigo, posta coisas como ‘você está tão linda nessa foto’ ou ‘amo demais’.

14.A pessoa que odeia “pessoas falsas” são as que, geralmente, não tem coragem de dizer para a pessoa falsa o quanto acha ela falsa e resolve postar isso no mural sem citar nomes como uma indireta.

15.O ativista, revolucionário completo, falta só se embasar sobre o que tá falando. Esse tipo de facebookiano geralmente comenta sobre política, meio ambiente, manifestações, mas, na prática, nunca estão lá de verdade.

16.O invejoso fuça seu facebook a cada postagem. Fica imaginando que o que é seu deveria ser dele. Que você não merece ser feliz. Funcionam como uma criptonita e sugam todas as suas forças até você ficar deprê total. Mas nem isso os deixa felizes…

17.A pessoa que pensa que é Facebook Twitter e posta em quantidade de caracteres. Poderia dizer que pensam que estão no MSN e travam uma conversa infinita e instantânea via comentários.

18.O gamer é aquele que envia jogos e aplicativos, mesmo sem você estar muito afim.

19.A nova mamãe SEMPRE postando sobre seu bebê, quase que instantaneamente, demonstra que seu filho é a coisa mais importante do facebook, mas na vida real ela está no facebook postando as fotos do seu bebê enquanto ele se cria sozinho.

20.A pessoa que reclama de seu trabalho mas não estuda e nem toma uma atitude para mudar de emprego. Emprego é que nem facebook, você reclama, reclama, reclama… Mas não tem coragem de deixá-lo.

21.Os ‘louco por Jesus’ que usam seus murais para pregar a ‘palavra de Deus’, segundo eles mesmos. Muitos nem leem a Bíblia. Por outro lado, verdade seja dita: Muitas vezes é o que equilibra esse mundo tão insano do Facebook.

22.As ‘mães Dinah’: Sempre fazem previsões sobre o seu futuro, seja através de aplicativos que dizem o quanto você é mal ou santinho, seja através dos conselhos sobre o futuro ‘Você vai se dar mal se for por esse caminho’. Ui!

23.Aquele que vive fuçando o facebook dos outros. Pode ver. É a primeira coisa que fazem ao logar. Projetam suas vidas na ‘felicidade’ do outro, que muitas vezes nem é real.

24.A pessoa que nem deve mais viver neste planeta, só posta imagens. Cadê a pessoa? Morreu?

25.Os ‘salvadores da Pátria‘, palpiteiros de plantão, senso comum. Estes ‘sábios’ sempre tem um bom conselho para mudar os rumos da nação, mas se candidatar e fazer a diferença que é bom, nada.

E então? Já passou por quantas dessas? Enquadrou-se em quantas? rsrs.

Não deixem de comentar!

Fonte: www.colmeia.blog.br

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As redes sociais e a necessidade de "se mostrar".

Não sou psicólogo, antropólogo, sociólogo, psiquiatra ou qualquer coisa do tipo. Sou apenas um observador. Gosto de observar e, como qualquer pessoa imperfeita, elaboro julgamentos.

Não que esses julgamentos sejam pretensiosos, com a intenção de denegrir ou expor ao ridículo quem quer que seja. São julgamentos naturais que fazemos sem querer (creio eu). Julgo sem atribuir sentença. Apenas formo uma opinião. Nada demais...

Uma coisa que me chama a atenção, e que percebo que vem crescendo muito, é a exposição cada vez mais "atirada" que é feita nos sites de relacionamento. Twitter, orkut e facebook principalmente. Cada dia mais, as pessoas se mostram de forma cada vez mais escancarada. Seria cômico se não fosse trágico.

Nada contra a pessoa se expor, afinal, cada um faz o que quer da sua vida. Como disse, não sou profissional da área pra avaliar com base em critérios científicos esse fenômeno. Sou apenas uma pessoa comum que observa e se julga no direito de emitir opinião.

E na minha opinião, uma pessoa que se expõe demais corre riscos. Não falo de riscos físicos, apesar de eles também existirem, afinal, quem tiver interesse em sequestrar alguém, terá nas redes sociais de algumas pessoas um "prato cheio" de informações suculentas que vão desde onde a pessoa está, com quem, fazendo o quê e até quando.

Me refiro a riscos sociais. Uma pessoa que se expõe demais, acaba por se tornar desinteressante.

Ora, imaginemos que você queira conhecer um certo alguém, e se depara com sua página em uma rede social. Se essa pessoa for por demais "tagarela" sobre si, você saberá facilmente informações importantes sobre ela.

Com isso, de duas uma: ou você se desinteressará, pois verá que aquela pessoa é fútil e sem graça (que é o que penso daquelas que atolam suas páginas com atualizações do tipo: "estou almoçando", "fui no shopping", "na casa da Maria", ou ainda o clássico "fui") ou verá que aquela pessoa é interessante, mas curiosamente deixou de ser um mistério pra você (pois você já sabe muito da vida dela), o que, consequentemente, a tornará menos atrativa.

Temos ainda o risco profissional. Vejo diariamente pessoas de diversas áreas profissionais se vangloriando de seus feitos, contando situações inusitadas, ou ainda (pasmem) fazendo pouco de clientes com situações absurdas.

Todas essas situações acabam por formar nesses profissionais uma caricatura que pode ser (muito) prejudicial, afinal, eu não ia querer me consultar com uma podólogo que no final do dia fosse postar no facebook o quanto o meu pé estava maltratado (ou se vangloriar por ter me atendido). Mesmo sem citar meu nome, eu saberei o que ele pensou sobre mim e o quanto é anti-ético.

Não sei se essa "necessidade" de "se mostrar" vem em decorrência de imaturidade, insegurança ou falta de amor próprio. De uma forma ou de outra, é algo que precisa ser pensado e avaliado.

Não quero pregar aqui que deixemos de postar informações pessoais. Ora, eu sou um que vez por outra comento o que faço, o que fiz e o que vou fazer. Isso é normal (espero).

O que quero, ao menos, é fomentar a reflexão do liame entre a informação curiosa e engraçada e a enxurrada de notícias desnecessárias que lhe transformam no bobo da corte.

Acredite: eu não sou o único que julga o que você posta...

Vamos pensar, então...


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

As mentiras e a falta de bom senso no Facebook

A foto acima é apenas um exemplo do quê que encontramos no facebook ultimamente. A quantidade de pessoas que a compartilharam foi impressionante.

Assim como este, inúmeros outros casos de compartilhamento chamam a atenção pelos absurdos. São correntes que, quando não visam ajudar uma suposta pessoa em necessidade, repassam "correntes" sem sentido.

Certo dia recebi uma mensagem compartilhada que dizia que se eu não compartilhasse minha mãe iria morrer em 3 dias! Como assim? Que tipo de gente deseja e compartilha isso? Quem se sente no direito de repassar esse tipo de mensagem pras suas centenas de "amigos"?

Não quero aqui dar sermão de como agir ou não, mas creio que falte um pouco de bom senso a alguns colegas de facebook. Acho que cabe um pouco mais de reflexão. Pense no que você gostaria de receber dos outros. Se for do seu agrado compartilhe. Do contrário, não.

Só não deixemos que o facebook se transforme no que virou o orkut: sinônimo de mensagens sem sentido, vírus, pornografia e correntes.

É só um conselho, afinal, somos diferentes e não somos obrigados a gostar das mesmas coisas. Pra isso que existem os "blocks".

De qualquer forma, fica a dica!