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sábado, 24 de janeiro de 2015

8 coisas que as pessoas felizes fazem, mas não comentam...


A maioria das pessoas gosta de pensar que é feliz, mas no fundo elas podem não necessariamente acreditar ou se sentirem realmente felizes.
Quando você olha ao redor e vê pessoas com quem cresceu tirando o máximo proveito da vida enquanto você continua indo para um trabalho que você não gosta e repetindo a mesma rotina dia após dia, é fácil se sentir menos grato pela a vida que tem.
Então, quais são os segredos das pessoas felizes? O que elas fazem de diferente para tirar o máximo proveito da vida enquanto o resto de nós apenas observa?

1. Elas dão

Focar apenas no dinheiro é a maneira mais certa de ser infeliz. De fato, em estudos sobre a felicidade, os pesquisadores descobriram que uma vez que você tem dinheiro suficiente para satisfazer suas necessidades básicas, existem apenas duas outras maneiras que o dinheiro pode ajudá-lo. Uma delas é melhorando a sua posição social e o outra é para doar. Ao usar o seu dinheiro para ajudar aos outros, em vez de desnecessariamente amontoá-lo, as pessoas felizes se sentem como se elas estivessem fazendo uma contribuição positiva para o mundo.

2. Elas evitam o drama

Pessoas felizes tendem também a cuidar de suas próprias vidas. Enquanto outras pessoas apegam-se à provocações e fofocas, as pessoas felizes optar por concentrar-se em suas próprias coisas. Elas prestam maior atenção em si mesmas e deixam que outras pessoas vivam e digam o que quiserem.  Com certeza essa  é uma maneira simples para maximizar a felicidade.

3. Elas são gratas

Elas não passam o tempo todo querendo o que as outras pessoas possuem ou sonhando com uma vida melhor. Em vez disso, elas reservam alguns momentos de cada dia para pensar sobre todas as coisas que elas apreciam e fazem questão de serem gratas por elas.

4. Elas olham para o lado positivo

Quando as coisas ficam difíceis, os verdadeiramente felizes são muitas vezes inabaláveis. Fixar-se em falhas e imaginar o pior cenário pode ser a opção padrão para a maioria das pessoas, mas se você realmente quiser ser feliz, você precisa ter fé que as coisas vão dar certo. Mantenha a sua perspectiva e saiba que, não importa o que aconteça, você pode voltar  atrás , recomeçar ou tentar coisas novas.

5. Elas valorizam os relacionamentos

Em vez de se concentrar apenas no dinheiro e buscar implacavelmente a progressão na carreira, trabalhando longas horas, as pessoas mais felizes concentram mais do seu tempo em relacionamentos pessoais. No final de sua vida, você não vai se lembrar muito do tempo que você gastou no trabalho. Em vez disso, você vai valorizar as refeições em família e tempo compartilhado com os amigos. Colocar as pessoas antes que o dinheiro é uma ferramenta poderosa para alcançar a felicidade.

6. Elas cultivam muitas partes diferentes de suas vidas

As pessoas felizes não se definem por um aspecto de suas vidas. Elas mantêm carreiras que elas gostam, elas têm passatempos, e elas adoram aprender e crescer como indivíduos. Ao prestar atenção a vários aspectos de suas vidas, as pessoas felizes não ficar sobrecarregadas quando um elemento da sua vida diária sai fora dos trilhos. Se ela levar um fora, ela ainda têm uma carreira gratificante. Se ela se lesiona e não pode jogar seu esporte favorito por um tempo, ela ainda têm amigos para sair.  Não colocar todos os ovos na mesma cesta é uma chave para ser uma pessoa feliz.

7. Elas não se concentram em coisas materiais

Enquanto alguns de nós podem pensar que o shopping é uma ótima maneira de aliviar o stress e que ter coisas nos fará mais felizes, outros optam por experiências de valor. É uma delícia ter roupas novas, mas é difícil obter o máximo de prazer de uma camisola. O que você acha de um mergulho em um recife de corais?  Qual dessas histórias será mais significativa a longo prazo?

8. Elas seguem suas paixões

Finalmente, as pessoas felizes seguem suas paixões. Se elas acordarem e perceberem que estão insatisfeitas com seus trabalhos, elas não têm medo de deixá-los para perseguir algo que elas realmente se importam. Elas assumem o risco e podem até fracassar, mas as pessoas felizes não têm medo de colocar seu pescoço para fora e perseguir o que todo mundo está com medo. Por isso são felizes. :)
Por STEVE KUX, via life hack Traduzido e adaptado por Josie Conti Do original: 8 Things Happy People Do But Rarely Talk About

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

“Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado”

O escritor Sergio Sinay, 66 anos, é um especialista em vínculos humanos. Sociólogo e jornalista, formou-se na Escola de Psicologia da Associação Gestáltica de Buenos Aires. Requisitado consultor sobre assuntos familiares e relações pessoais, tem vários livros publicados. O mais novo, Sociedade dos Filhos Órfãos, que acaba de sair em português (Editora BestSeller), é uma dura crítica ao modo de vida da atualidade, em que pais delegam a educação e a atenção aos filhos para babás, escolas e até para as novas tecnologias – como celular, televisão e computadores. Esse comportamento transmite aos filhos a noção errada de que basta ter dinheiro para encontrar quem se encarregue daquilo que nos cabe fazer, afirma Sinay, em seu livro. 

Casado e pai de um jovem, Sinay diz que o amor é uma construção contínua que se fortalece diariamente com responsabilidade e comprometimento. “Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado”. A seguir trechos da entrevista concedida ao Mulher7x7.

Mulher7x7- Há uma geração de filhos sem pais presentes nascendo ou ela sempre existiu?

SERGIO SINAY – Sempre houve pais que não assumem responsabilidades e sempre haverá. Mas nunca houve como hoje um fenômeno social tão amplo e profundo a ponto de criar uma geração de filhos órfãos de pais vivos. Pela primeira vez podemos dizer, infelizmente, que os filhos com pais presentes que cumprem suas funções são uma minoria.


Até que ponto a relação dos pais com os filhos reproduz um estilo de vida da atualidade?

Vivemos numa cultura do utilitarismo, em que se busca o material a qualquer preço e por qualquer caminho. As pessoas se medem pelo que possuem e não pelo que são. Os pais correm atrás do material e descuidam de seus filhos que, por sua vez, aprendem a valorizar apenas o bem material. Essa é a fórmula para criar filhos materialistas.


Em vários trechos do livro, o senhor diz estar convencido de que muita gente ficará irritada com o que está escrito. Por quê?

Porque muita gente não gosta de escutar ou ler o que precisa, apenas o que gosta. Os pais de filhos órfãos, em sua maioria, não admitem sua própria conduta e acreditam que ser pai e mãe consiste em comprar coisas para os filhos, matriculá-los em escolas caras, dar celulares e computadores modernos.


O senhor relaciona o fracasso dos pais na educação dos filhos ao medo que eles têm da reprovação infantil. De onde vem esse medo e como fugir dessa armadilha?
 
O medo vem de uma cultura que transformou as relações humanas em transações comerciais. As pessoas se  enxergam como recursos ou clientes. Os pais tratam de comprar o amor dos filhos e temem que o cliente não esteja contente. O carinho dos filhos não se compra. Amor se constrói com presença, atitudes e assumindo a responsabilidade de liderar o caminho dessa vida em direção à autonomia. Para isso, há que se estabelecer limites, marcar as fronteiras, frustrar. Criar e educar é também frustrar, ensinar que nem tudo é possível. Só assim se ensina a escolher. E só quem escolhe pode ser livre. Os pais, no entanto, têm medo de não ser simpáticos, então se esquecem de ser pais, que é o que os filhos precisam.


Ao se referir ao modelo do passado, em que as mães eram o retrato do sacrifício, e os pais, da disciplina ainda que com distância emocional, o senhor diz que todos sabiam seu papel, algo não acontece hoje. Aquele modo de educar era de alguma forma melhor?

Aquele modo de educar tinha muitas limitações e era muito rígido em muitos aspectos. Mas se sabia claramente quem eram os pais e quem eram os filhos. Os pais não tinham medo de atuar como pais, ainda que às vezes cometessem excessos em sua autoridade. Mas é sempre mais fácil corrigir um excesso do que superar uma ausência. Alguém pode mudar um modelo pobre ou insuficiente. Muito mais grave é não ter modelo.


Ao abordar o problema de jovens envolvidos com drogas e violência, o senhor diz que a solução é os pais terem mais controle sobre o que eles fazem e onde vão. Como não resvalar para a superproteção?

A infância e a adolescência são etapas muito breves da vida e necessárias para o amadurecimento biológico, psíquico e cognitivo. Seremos adultos a maior parte da nossa vida. A adolescência termina entre os 18 e os 19 anos. Quando os pais são ausentes ou não cumpriram suas funções, vemos adolescentes imaturos de 30 ou 40 anos. Se os pais pegam no leme do barco, e realizam esse trabalho com amor, ao fim da adolescência, seus filhos serão pessoas com ferramentas para caminhar pela vida. Terão muito por aprender ainda, mas terão boas bases e um bom sistema imunológico contra os principais perigos sociais. Os limites do controle vão mudando com a idade dos filhos e vão se flexibilizando até desaparecer por completo. Para saber quando e como modificá-los, há que estar presente.


Ao propor que os pais busquem interagir com outros pais para a realização de programas em comum e conversas que afinem experiências e atitudes, o senhor está sugerindo que educar é, de alguma forma, uma obra coletiva?

Educar é uma missão intransferível de quem, biologicamente ou por adoção, criou um vínculo de maternidade e paternidade. A responsabilidade é sempre individual. Conversar com outros pais e empreender projetos comuns, ajuda a afirmar a tarefa e permite a troca de experiências úteis.


Nas grandes cidades, em que muitos pais sequer comparecem às reuniões na escola, não é uma utopia propor essa interação entre os pais?

Sem utopias, não se avança. E se cruzarmos os braços, perdemos a batalha. Muitos casais responsáveis e amorosos se sentem sozinhos, não concordam com o que vêem outros pais fazendo e seguem adiante com suas convicções. Por isso, há que falar e propôr interação, dizer a eles “vocês estão num bom caminho”, compartilhem isso. Quando esses pais começarem a falar descobrirão que muita gente pensa assim também, mas estava em silêncio.


É o caso de uma família evitar certos círculos de pessoas e lugares, e até cidades, se achar que a vida do filho está indo pelo caminho errado?

Não se pode ter medo de tomar decisões, dizer não, proibir certas relações perigosas. Os filhos vão protestar, tentarão transgredir. Isso não é um problema, é parte do processo. Os filhos sempre buscarão transgredir para crescer. O problema é quando os pais viram o rosto, olham para o outro lado, não estabelecem limites ou têm medo dos filhos. Ser pai com amor e presença não significa converter-se em uma pessoa simpática, em um animador de televisão. Às vezes, há que se tomar medidas duras.


O senhor diz que muitos pais usam a suposta importância da qualidade do tempo ao lado do filho para justificar a ausência. O que é qualidade de tempo com o filho, na sua opinião?

Não há qualidade sem quantidade. Em qualquer tarefa para alcançar qualidade é preciso tempo, compromisso, dedicação. O famoso “tempo de qualidade” de que falam muitos pais – e que inclusive tem o apoio de pediatras e psicólogos infantis – é uma desculpa para que os pais não se sintam culpados. Os pais são adultos e um adulto sabe que na vida não se pode tudo. Há que optar. Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado. O “tempo de qualidade” são cinco minutos nos quais os pais culpados dão tudo aos filhos para evitar o conflito. Isso faz muito mal aos filhos. Se não há tempo, não há qualidade. E se não há tempo para os filhos, é preciso pensar antes de se tornar pais. Depois é tarde.


Mas muitos pais não escolhem seus horários, o tempo que perdem no trânsito e, por falta de opção, ficam menos com os filhos do que gostariam. O senhor não acha que os filhos aprendem a diferenciar os pais que nunca estão porque não querem dos pais que não estão porque não podem?

A responsabilidade de ser pais nos obriga a fazer escolhas. É verdade que os pais são demandados por muitas atividades. Mas eu pergunto “são todas obrigatórias?”. Muitas vezes, trabalha-se demais para pagar o que não é necessário. Ser pai e mãe é uma oportunidade para aprender a diferenciar os desejos das necessidades. É uma oportunidade para aprender a diferenciar o que a publicidade vende do que realmente precisamos. Tudo que requer nosso tempo é imprescindível? Podemos trabalhar menos enquanto criamos os filhos pequenos? É possível dividir melhor o tempo entre pais e mães? Por que tem que ser sempre a mãe a que duplica suas tarefas? Por que podemos dizer “não” ao tempo que nossos filhos exigem de nós em vez de dizer “não” aos outros? Se os pais têm sempre tempo para suas obrigações e nunca para seus filhos, os filhos aprendem que essas outras coisas (trabalho, reuniões, encontros sociais, esportes etc) são mais importantes do que eles porque nunca podem ser adiados. Não é obrigação dos filhos compreender os pais (ainda mais quando são pequenos). É obrigação dos pais atender às necessidades dos filhos.Por isso é preciso pensar antes de ser tornar pai e mãe.


O senhor critica também a estratégia de entreter as crianças com DVDs em viagens para elas ficarem quietas. Vemos esse comportamento da não-interação se estendendo à mesa de restaurantes, festas. Onde está o erro dessa atitude?

Ser pai e mãe é um trabalho. Não se pode delegar esse trabalho às novas tecnologias. Essas tecnologias muitas vezes nos conectam mas nos tornam incomunicáveis. Isso se vê especialmente nas famílias, onde todos têm celulares e computadores, mas não mantêm diálogos nem proximidade.
 
 
O senhor diz que escola não educa, ensina. O que não se deve esperar da escola?
 
Educar é transmitir valores por atitudes, vivendo os valores que pregamos. Educar é ensinar que as pessoas são o fim, e não o meio, algo que se passa por vínculos. Educar é transmitir a certeza de que cada vida tem um sentido e há que viver a busca desse sentido. Isso é educar, é o que fazem os pais com presença, ações e condutas. A escola é a grande socializadora que ensina a viver a diversidade e a respeitá-la, que treina habilidades para viver e atuar no mundo, que dá informação vital sobre esse mundo e que é uma ponte para ele. A escola e os pais são sócios, não podem se separar, nem se enfrentar. Tem que atuar de um modo cooperativo. Os filhos são alunos da escola, não clientes. A escola não é um parque de diversões, nem creche, nem shopping. A escola não pode fazer a vez do pai e da mãe. Os pais não podem pedir à escola que ocupe o lugar que eles deixam vago. Pais que não respeitam as escolas ensinam seus filhos a não respeitar as instituições.


Que mensagem o senhor daria para os pais que, sem perceber, estão deixando os filhos de lado acreditando estarem fazendo a coisa certa?

Eu os recordaria que ser pai e mãe foi uma escolha. Em pleno século 21, quem não quer ter filhos não tem, de modo que não há desculpas. Quem tem filhos tem responsabilidades sobre uma vida. Essa vida precisa de respostas. E diria que só há uma maneira de aprender a ser pai e mãe: convivendo com os filhos, estando presentes em suas vidas, errar, pedir desculpas, reparar o erro e seguir adiante, sempre com responsabilidade e presença.


Em seu livro, o senhor deixa claro que educar é um processo contínuo que exige envolvimento e dá trabalho, mas é fato que muita gente opta por soluções fáceis. Que soluções fáceis devem ser postas de lado?

Filhos não vêm com manual de instruções. Cada filho é uma pessoa única. Por isso não há soluções fáceis nem receitas. Nossos filhos nos ensinam a ser pais. Querer que um pediatra, um professor, um psicólogo, a televisão, a internet, uma babá, os avós ou a escola se encarregue dos filhos é buscar uma solução fácil. Pais que procuram esse tipo de solução provam que o problema são eles, e não os filhos. Os filhos nunca são o problema. O grande e maior problema (vício em drogas, alcoolismo, violência juvenil, acidentes de carro, comportamento de risco, doenças novas como obesidade infantil ou déficit de atenção, entre outros) não está nos filhos, nas crianças ou nos adolescentes. Estão nos pais.


É possível impor limites sem ser chato?

Aquele que impõe limites não recebe sorrisos nem aplausos, mas assume responsabilidades e logo colherá frutos.


O senhor afirma que o amor é uma construção. O senhor acredita em amor incondicional?

Como bem dizia Alice Miller, uma extraordinária psicóloga suíça que morreu no ano passado, aos 83 anos, e era uma grande defensora dos filhos, o único amor incondicional que existe é dos filhos para os pais. As crianças precisam muito mais dos pais: para crescer, ser guiadas, ter proteção, ser alimentadas, receber valores e, sobretudo, ser amadas. Os filhos não precisam provar seu amor aos pais, mas se os pais amam seus filhos devem dar a eles provas desse amor, acompanhando seu crescimento, transmitindo-lhes valores, colocando limites, frustrando quando necessário, oferecendo um modelo de vida que faça sentido. Sem isso, o amor será apenas palavras.

Fonte: revista época

NOSSA OPINIÃO

Entrevista mais que perfeita. Retrata muito do que penso e luto pra conseguir dar ao meu filho. Só peço a Deus forças e sabedoria pra fazer o melhor pra ele.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Não adianta nada colar aquele textão sobre direitos autorais no Facebook


Você já deve ter visto alguém no seu Facebook compartilhando isto nos últimos dias: 
 

 

Como você pode imaginar, o texto não tem eficácia jurídica. O advogado Ronaldo Lemos, diretor Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio e colunista da Folha, explica ao BuzzFeed Brasil (via Facebook):

Quem usa o Facebook precisa aceitar os termos de uso do serviço. É esse documento que regula a relação do usuário com o site.

Portanto, se você usa o Facebook, quer dizer que aceita os termos de uso. Segundo Lemos, porém, a intenção do texto é boa:

Postar esse texto no Facebook é positivo porque demonstra um desejo do usuário por mais controle sob seus dados e a sua informação. Mas isso não vai modificar a conduta do Facebook com relação a quem faz o post.

As atualizações recentes nos termos e políticas do Facebook, que motivaram o texto, não tratam de direitos autorais sobre conteúdo dos usuários, e sim sobre quais informações do usuário o Facebook coleta para exibir anúncios.

Exemplos de dados que o Facebook analisa para te mostrar anúncios: páginas que você curte, sua idade, seu sexo, sua localização, os dispositivos que usa para acessar o Facebook, seu endereço de e-mail e sua atividade em sites e aplicativos fora do Facebook.

(Lembrando sempre que você pode controlar quem vê cada uma das suas postagens.)

(Lembrando sempre que você pode controlar quem vê cada uma das suas postagens.)

Ou seja: não quer se submeter às regras do Facebook? Só saindo do Facebook.

Não adianta nada colar aquele textão sobre direitos autorais no Facebook

domingo, 9 de novembro de 2014

WhatsApp no iOS: veja modo para ler mensagens sem ser denunciado

O WhatsApp pegou todos de surpresa e passou a mostrar quando uma mensagem foi visualizada. A novidade, como sempre, não agradou a todos os usuários e para piorar, o aplicativo não permite que o recurso seja desabilitado. 

Entretanto, seguindo algumas dicas simples, você pode burlar o sistema do WhatsApp e visualizar suas mensagens sem ser ‘dedurado’. Confira a dica para iOS.

Veja como solucionar problemas do WhatsApp para iOS? (Foto: Luciana Maline/TechTudo) (Foto: Veja como solucionar problemas do WhatsApp para iOS? (Foto: Luciana Maline/TechTudo))Veja como burlar a visualização de mensagens WhatsApp para iOS (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Pelas Notificações

Passo 1. Na maioria das vezes, você pode ler as mensagens através da central de notificações ou na tela de bloqueio do iPhone. Dessa forma, após visualizar as mensagens, basta descartar as notificações;

Mensagens podem ser visualizadas através das notificações (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Mensagens podem ser visualizadas através das notificações (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Pelo modo avião

Passo 1. Caso as notificações estejam desativadas ou não seja possível ler toda a mensagem, abra o WhatsApp sem tocar sobre a notificação. Apenas aguarde alguns segundos até que as mensagens sejam carregadas. 

Abra o WhatsApp e aguarde até que as mensagens sejam baixadas (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Abra o WhatsApp e aguarde até que as mensagens sejam baixadas 
(Foto: Reprodução/Helito Bijora) 
 
 
Passo 2.  Em seguida, abra a central de controle e ative o “Modo Avião” – o primeiro ícone da esquerda. Por fim, abra a mensagem que deseja ler. Você estará offline e o WhatsApp não saberá que a mensagem foi visualizada;


Ative o modo avião antes de abrir a mensagem (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Ative o modo avião antes de abrir a mensagem (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 
 
 
Passo 3. Em seguida, é importante sair da conversa e fechar o aplicativo WhatsApp.

Passo 4. Depois disso já é possível tirar o modo avião, abrir novamente o mensageiro e usar outros chats do app sem que aquela mensagem tenha sido visualizada. Lembre-se apenas que ao clicar nesta conversa de novo a outra pessoa vai receber a notificação de lida.

Volte à tela principal do WhatsApp antes de desativar o modo avião (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Volte à tela principal do WhatsApp antes de desativar o modo avião 
(Foto: Reprodução/Helito Bijora) 
 
Pronto! Com essas dicas simples, você poderá ler qualquer mensagem sem que a outra pessoa saiba. No caso de mídia, habilite o download em segundo plano para visualizá-la desta forma.
 
Fonte: http://www.techtudo.com.br

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dez fatos interessantes sobre o curso e a carreira do Direito

Para conhecer mais sobre a carreira e o curso de Direito, Thiago Marrara (professor de Direito Administrativo, Ambiental e Urbanístico da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo – USP), lista dez fatos interessantes sobre a área. Confira!

guia do estudante_DIREITO

1. É preciso gostar de ler

O material de trabalho do estudante de Direito é a linguagem e as leis. É importante gostar de ler, escrever e de se aprimorar sempre. O Direito é dinâmico, justamente porque lida com a realidade e com as pessoas. É preciso se atualizar constantemente.

2. A escrita é importante

É preciso tomar cuidado para não se deixar influenciar pela imagem que o cinema passa sobre a profissão. Muitos filmes americanos com histórias em tribunais mostram o advogado falando sem parar, exaltado, mas isso é o modelo americano. No Brasil é diferente, tudo é muito escrito.

3. O Direito lida com o conflito

Outra característica importante do estudante é a combatividade, pois o Direito lida diretamente com o conflito; o trato com as pessoas e o gosto por questões de humanidades também contam.

4. O curso tem duração de cinco anos

Esse é o tempo que você levará, no mínimo, para se formar. Os cursos são diurnos ou noturnos na maioria das universidades, mas também podem ser integrais.

5. A maioria das disciplinas são teóricas

As aulas abordam questões de humanas, como Filosofia e Sociologia. Treina-se também a parte da oratória, com seminários onde estudantes apresentam um tema e exercitam fala e argumentação.

6. O estágio é obrigatório

Todo estudante precisa estagiar. Para ajudá-los, as universidades costumam ter convênio com fóruns, por exemplo, onde os alunos podem trabalhar.

7. Há diferentes caminhos depois da graduação

Se você quer seguir na área acadêmica, pode fazer mestrado e doutorado. Outro caminho são as especializações, cursos de um ano e meio de duração com conteúdo mais específico, como Direito Empresarial e Direito Econômico.

8. Só o diploma universitário não basta

Não se consegue ser advogado, juiz ou promotor apenas com o diploma da universidade. É preciso passar por provas, como da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e do Ministério Público (para quem quer ser promotor).

9. Várias carreiras só podem ser seguidas por quem cursou Direito

Advogado, procurador (o advogado de um município, estado ou da União), promotor de justiça, magistratura (juiz), delegado de polícia, tabelião e professor de Direito são áreas que exigem o diploma do curso. Já outras não são exclusivas, mas quem fez o curso tem uma boa base, como diplomata e administrador público.

10. Há demanda por professores

Com a criação de novas universidades e cursos de Direito, professores estão cada vez mais requisitados. Quem seguir a área acadêmica pode ter boas chances no mercado.
Fonte: Guia do Estudante

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Como bloquear ligações e mensagens no iPhone e iPad com iOS 7

Bloquear ligações

O iOS 7 trouxe uma função que há anos era pedida pelos usuários: o bloqueio de chamadas. Veja aqui como configurar uma lista negra de números indesejados.
❖ Como bloquear ligações
Se você recebeu uma ligação de alguém e não quer mais ser importunado por aquele número (telemarketing, por exemplo), veja como bloqueá-lo:
Passo 1: Abra o aplicativo Telefone e toque na aba Recentes.
Passo 2: Encontre o número indesejado e toque no símbolo pequenoI ao lado dele.
Bloquear ligações
Passo 3: No fim da tela, escolha a opção Bloquear este Chamador. Confirme o bloqueio.
Bloquear ligações
Bloquear ligações
A partir deste momento, sempre que o mesmo número lhe ligar, a ligação será desviada como se o aparelho estivesse fora de área. Com este processo, mensagens de texto enviadas deste número também são bloqueadas.
❖ Como bloquear mensagens
Para bloquear mensagens, o processo é similar:
Passo 1: Abra a mensagens indesejada que você recebeu.
Passo 2: Toque no botão Contato, no alto da tela.
Bloquear ligações
Passo 3: Toque no símbolo pequenoI.
Bloquear ligações
Passo 4: No fim da tela, escolha a opção Bloquear este Chamador. Confirme o bloqueio.
Bloquear ligações
Bloquear ligações
A partir deste momento, sempre que o mesmo número lhe enviar alguma mensagem, ela não será recebida no seu aparelho e em todos que tiverem sincronizados com a mesma conta iCloud (seu iPad, por exemplo).
❖ Como bloquear números conhecidos
Se você quiser bloquear algum número antes mesmo dele ligar ou enviar uma mensagem, também é possível.
Passo 1: Abra os Ajustes e vá em Telefone > Bloqueio.
Bloquear ligações
Passo 2: Toque no botão Editar no alto da tela.
Passo 3: No fim da tela, toque em Adicionar Novo e escolha um número de seus contatos.
Bloquear ligações
❖ Como desbloquear um número bloqueado
Se você mudar de ideia e quiser desbloquear um número específico, siga os passos:
Passo 1: Abra os Ajustes e vá em Telefone > Bloqueio.
Bloquear ligações
Passo 2: Toque no botão Editar no alto da tela.
Passo 3: Encontre na lista o número que quer desbloquear e toque no círculo vermelho ao lado dele. Confirme o desbloqueio.
Desbloqueando um número
Infelizmente ainda não é possível bloquear chamadas com números ocultos ou com um prefixo determinado. Mesmo assim, já é de grande valia para os usuários de iOS.

Fonte: blog do iPhone

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Cuidado: falso email do iTunes tenta roubar senhas da App Store

Apple Fake

Já é comum em outros países os casos de golpe por emails falsos com o objetivo de roubar senhas do iTunes e do cartão de crédito. Agora, este tipo de enganação chegou ao Brasil.

Alguns usuários começaram a receber emails que supostamente seriam da equipe da iTunes Store, comunicando que a conta está bloqueada e que é necessário fornecer a senha da Apple ID e o número de cartão de crédito para desbloquear. O link leva para uma página também falsa, onde a vítima introduz as informações, que nunca chegam à Apple.

Apple Fake

O email está cheio de erros de português e muito mal feito, sem nem o logotipo da Apple. Mas é importante ficar atento, pois a tendência é eles ficarem cada vez mais parecidos com emails autênticos, o que pode levar muitos a caírem no golpe.

Além deste tipo de email ser incomum por parte da Apple, é muito importante o usuário conferir SEMPRE para onde os links redirecionam. Se não for para o domínio da Apple, é golpe.

Dica do Bruno Gonçalves Turri

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Ex-funcionário da Apple dá dicas para melhorar a autonomia da bateria do iPhone no iOS 7

Bateria
Artigos de como melhorar a bateria do iPhone são bem comuns e muito procurados por usuários do iOS e enquanto não lançam uma bateria melhor, este sempre será um problema. Mas um ex-funcionário que trabalhava no Genius Bar da Apple Store fez uma lista de algumas dicas diferentes para evitar o consumo excessivo da bateria no iOS 7.
Antes de tudo, é importante tomar cuidado com “o que é gastar muita bateria”. Há usuários que reclamam dela toda vez que o sistema é atualizado, mesmo antes de dar tempo de fazer testes concretos que permitam chegar a uma conclusão definitiva. Por isso, o ideal é primeiro constatar se há algum problema real realizando um pequeno teste.

1. Testando o consumo da bateria

Você pode perceber rapidamente se possui algum problema com a bateria ao realizar um pequeno teste. Vá em Ajustes > Geral > Uso e confira seu tempo desde a última recarga. Ele é dividido em Uso e Em Espera, que é o tempo que o aparelho foi usado ou deixado no repouso. Pela lógica o tempo Em Espera deve ser muito maior que aquele em Uso, a não ser que você tenha usado o aparelho todo o tempo desde que o desconectou do cabo. Se depois de um tempo sem carregar a bateria, os números forem muito próximos entre Uso e Em Repouso, você tem um real problema de consumo de bateria.
Uso da Bateria
O teste consiste no seguinte: zere estes dados conectando o cabo USB no aparelho e carregando-o completamente. Então desconecte o cabo e deixe o aparelho em repouso, com a tela desligada por exatamente 5 minutos. Depois disso, desbloqueie a tela e volte para os Ajustes > Geral > Uso e confira os tempos registrados. Pela lógica, o correto é marcar 5 minutos em repouso e 0 minutos em uso. Se o tempo de uso estiver marcando mais do que isso, você está com algum problema no consumo da bateria.
Teste de Bateria

2. Configurando os ajustes do Facebook

Muita gente não percebe, mas um grande vilão do consumo rápido de bateria é o aplicativo do Facebook, cujo desenvolvimento nem sempre é feito com o cuidado na otimização do consumo. Uma dica é desligar o serviço de localização e a atualização em 2º plano do Facebook. Para isso, faça o seguinte:
  • Vá em Ajustes > Privacidade > Serv. Localização e desligue o Facebook.
  • Vá em Ajustes > Geral > Atualização em 2º Plano e desligue o Facebook.
Muitos já conseguem, só com isso, melhorar muito o consumo de bateria. Em alguns casos, a porcentagem da bateria aumenta imediatamente ao desligar estes ajustes.

3. Desabilite a atualização em 2º plano de aplicativos que você não usa

A Atualização em 2º Plano é uma novidade bem legal do iOS 7, mas não precisa estar ativa em todos os aplicativos. Você pode deixar naqueles que você usa e desligar a função naqueles que você não quer que sejam atualizados a todo o momento. Vá no mesmo lugar que você foi antes, Ajustes > Geral > Atualização em 2º Plano, e desligue aqueles apps que você não se importa muito.

4. Pare de fechar os aplicativos na multitarefa

Há um mito da multitarefa: quanto mais aplicativos estiverem abertos ao mesmo tempo no sistema, mais bateria é consumida. Isto é bem verdade em outros sistemas, como o Android, mas no iOS o gerenciamento da multitarefa é diferente. Os aplicativos ficam em um estado “congelado” quando em segundo plano, o que reduz muito o consumo de energia.
Por causa deste mito vindo de outros sistemas, muita gente tem o hábito de fechar sempre os aplicativos que não usa, apertando duas vezes o botão Início e deslizando para cima as janelas. Mas a multitarefa do iOS tem outra vantagem pensada pelos engenheiros da Apple: guardar na memória RAM os dados dos aplicativos, acelerando a retomada deles quando se volta a utilizá-los. Se você fechar completamente um aplicativo que for usar daqui pouco tempo, isso fará com que ele tenha que ser todo recarregado, o que consome mais processamento e, consequentemente, mais energia. Por isso, só feche os apps que você realmente não irá mais usar naquele período, para não fazer o processador trabalhar dobrado.
Mas preste atenção: todo o aplicativo “aberto” em 2º plano continua ocupando memória RAM, mesmo não consumindo tanta bateria. Portanto, a dica é não fechar aqueles aplicativos que você voltará a usar depois de pouco tempo. Em contrapartida, aqueles que você não for usar mais naquele dia (um navegador GPS, por exemplo), pode ser fechado, para não ficar ocupando desnecessariamente memória RAM, que é usada por outros aplicativos.

5. Desabilite as notificações que incomodam você

Outra forma de poupar sua bateria é desabilitar as notificações de aplicativos que não são tão úteis. Vá em Ajustes > Central de Notificações e desligue o que você não precisa.

Se você é daqueles que acha que sua bateria está se consumindo muito rápido desde a última atualização, faça estes ajustes e depois nos conte se resolveram. ;)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

9 formas de fazer seu dia a dia com as crianças ser mais leve



Pare para pensar em tudo o que você deseja para seu filho e como vai fazer para pôr isso em prática. Tente colocar no papel. Provavelmente entre as coisas que você escreveu estão fazer com que ele não adoeça, não se machuque, fique sempre em ambientes seguros e com pessoas de confiança, tenha a melhor educação do mundo, esteja preparado para se destacar na vida adulta, cerque-se de amigos incríveis, possa ter tudo o que você não teve e seja feliz, sempre. Até aí, nada de errado. Afinal, se qualquer pessoa deseja tudo isso para alguém que ama, que dirá para um filho.

Mas será que, na melhor das intenções, você não está exagerando um pouco na proteção, nas expectativas que coloca na criança e na cobrança que faz de si mesmo, como pai e mãe?

De fato, essa ânsia em querer ser o melhor pai do planeta, que acaba às vezes sendo prejudicial para o desenvolvimento dos pequenos, é bem comum. Quem afirma isso é a psicóloga norte-americana Wendy Mogel, mãe de duas meninas, Susanna, 26 anos, e Emma, 22, especialista em família, estudiosa das relações entre filhos e pais e autora de dois best-sellers sobre educação e comportamento nos Estados Unidos: The Blessing Of a Skinned Knee (A Benção de um Joelho Ralado, em tradução livre) e The Blessing of a B-minus (A Benção de um B-, ou seja, uma nota na média), ambos inéditos no Brasil.

Pensando em ajudar esses pais de um jeito muito bem-humorado, a psicóloga fez uma paródia de grupos como os Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos, o Overparenting Anonymous – For Those Who Feel Powerless Over Overindulgence, Overprotection, Overscheduling and Expectations of Perfection (ou Pais Superprotetores Anônimos – Para os Pais que se Sentem Impotentes para Combater a Ânsia de Mimar, Superproteger, Superocupar e Ter Altas Expectativas de Perfeição). “É como se os pais fossem mesmo viciados em seus filhos, em fazer com que vivam uma vida perfeita”, explica. Inspirados nos passos para ajudar viciados a deixar de lado o álcool ou as drogas, ela criou 13 tópicos para que mães e pais reflitam e tenham uma postura mais tranquila em relação à família. Com a ajuda de Wendy, CRESCER adaptou nove desses passos, que são voltados para crianças pequenas, para a realidade brasileira. Quem sabe eles ajudam você a não cair no vício da família perfeita?

1 - Antes de se aborrecer, criticar, elogiar ou explicar demais, pense: “Por que estou falando isso?” 

“Ouça quatro vezes mais do que você fala, simples assim”, diz Wendy. Se seu filho chegar em casa reclamando que o colega bateu nele, antes de dizer “vou falar com a mãe dele”, pergunte o que aconteceu, como foi, o que estavam fazendo. Uma criança não pode bater na outra, claro, mas, às vezes, seu filho arrancou o brinquedo da mão do colega, então o papo fica bem diferente...

2 - Esteja alerta, mas não fique sempre desesperado

Repetir para si mesmo: “Só por hoje não vou me alarmar se meu filho cair e ralar o joelho. Só por hoje não vou sofrer demais se ele chorar na escola quando eu for embora”. Observe primeiro. Veja como ele reage, se consegue se levantar, se o choro passa rápido, se ele passa muitos dias chateado. Só depois tome atitudes. Wendy conta uma história curiosa que viu nas escolas dos EUA. “No armário de primeiros socorros havia toalhinhas vermelhas para limpar os machucados das crianças para que elas não se assustassem ao ver o sangue. É uma superproteção extrema! Além disso, a maioria dos pequenos adora ver sangue, pois é colorido, interessante. Eles precisam ver para aprender sobre o próprio corpo e como ele se cura.”
 
3 - Não confunda o que a criança quer com o que ela precisa

Dispensa grandes explicações, não é? Para ficar em um exemplo simples, seu filho não precisa que você o defenda se ele brigar com o primo. Mas ele bem que quer que você faça isso...
 
4 - Entenda que as notas ou o desempenho do seu filho não é igual à sua nota como mãe ou pai

Separe as coisas. Você e seu filho são indivíduos diferentes, com características diversas e, embora o que um faça interfira diretamente na vida do outro, as coisas não são assim tão pão, pão; queijo, queijo. Por isso, relaxe. Às vezes seu filho não é bom nas atividades físicas, mas vai ser o cara que mantém a turma de amigos junta. Abra seus horizontes para entendê-lo e suavize a autocobrança.
 
5 - Aprenda a amar as palavras “tentativa” e “erro”. Deixe seu filho errar muito antes da vida adulta

Tem coisas que você só aprende experimentando. Isso gera autoconfiança, ensina a agir nas diversas situações, a testar e a achar o melhor caminho. “Nos Estados Unidos têm muitos grupos de mães que estimulam as crianças a se desenvolverem. Em um deles, um bebê de 8 meses estava tentando pegar uma bola e não conseguia. A mãe teve o impulso de pegar a bola e dar ao filho. Então a monitora explicou que ela devia se sentar sobre as próprias mãos e só olhar. O menino começou a se mexer e enrugou o edredom sobre o qual estava brincando. Isso balançou a bola, que foi na direção dele e ele conseguiu agarrá-la. Não tinha expressão mais feliz do que a dele naquele momento”, conta Wendy.
 
6 - Não tente consertar o que não está quebrado. Aceite a natureza de seu filho. Se ele tiver talento para ser um ótimo cozinheiro, não peça a ele que seja um médico

Seu filho é um pouco tímido? Tem dificuldade de parar quieto e prestar atenção no que os outros falam? Pense se isso não é uma característica dele. “Nem todas as crianças vão ser boas com idiomas, ou se comportarão do mesmo jeito. Isso não é sempre motivo para ir a um psicólogo ou dar remédio. Estamos toda hora procurado algo para culpar e soluções rápidas. É preciso ter mais paciência antes de tomar atitudes”, diz.
 
7 - Lembre-se: decepções fazem parte da preparação para a vida adulta

Quando seu filho for excluído de uma brincadeira, não cair na classe dos colegas que ele gosta ou ficar na última fileira da apresentação de balé, não tente reverter a situação a qualquer custo.
 
8 - Dê ao seu filho tempo para brincar. E evite que depois ele diga que teve a infância roubada

Procure deixar espaços realmente livres na agenda do seu filho, para que ele faça o que quiser ou não faça nada. E deixe que ele se sinta entediado de vez em quando, para aprender a lidar com essa sensação, que será comum durante toda a vida dele. “A dificuldade desse passo é ir contra ao que todos os outros pais estão fazendo. Se você tem condições financeiras e decide não matricular seu filho na natação, no inglês e nas aulas de pintura, muitas pessoas vão dizer que você é negligente, como se não estivesse dando o melhor para a criança. Meu conselho é: seja forte nas suas decisões.”
 
9 - Coloque a máscara de oxigênio em você antes de colocar nas crianças

Nada como você estar feliz e bem resolvido para seu filho se sentir do mesmo jeito. Por isso, cuide de si mesmo! Encontre tempo para sair com os amigos, para fazer algo de seu interesse. Permita-se ter preguiça de dar banho nele depois daquela festa e ir para cama com os pés sujos (só por hoje!), finja que não viu aquele amendoim que ele enfiou na boca e estava no chão sabe-se lá quantos anos. E, não, ele não vai ficar doente por ir descalço até a cozinha buscar um copo de água. Para ele ter independência no futuro, passeiem juntos, a pé, de bicicleta, de transporte público. Seu filho aguenta aprender tudo isso. Ele só precisa da sua ajuda. De leve!

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Rotina/noticia/2013/04/9-formas-de-fazer-seu-dia-dia-com-criancas-ser-mais-leve.html

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Dicas para os carnavalescos!!!


Não esquecer da hidratação é o primeiro cuidado que os foliões devem ter na época do carnaval para garantir aproveitamento máximo e prevenir doenças indesejáveis que podem estragar a festa.

Em entrevista à Agência Brasil, a cardiologista Isa Bragança, especializada em medicina do esporte, disse que nesta época de verão, as pessoas, às vezes, se esquecem de beber água, que hidrata, e ingerem muito álcool, café, mate e chá, “que desidratam”. “Hidratação é água ou isotônico, água de coco”, frisou.

Ela referiu-se ao excesso de comida em viagens, que pode ser prejudicial aos foliões. A ingestão de alimentos aos quais a pessoa não está acostumada pode acarretar problemas, somados à desidratação. “Você pode ter uma diarreia, uma gastroenterite. Vale então ter cuidado com a alimentação. O ideal é que você coma o que está acostumado”.

A médica lembrou que isso se aplica, principalmente, a alimentos feitos na rua. “Você não sabe de onde vem aquela comida”. Em relação à água, observou que nunca se deve aceitar beber água cuja embalagem esteja aberta. “Ela deve ser vedada, lacrada, para evitar alguma infecção intestinal”.

A cardiologista advertiu também para que as pessoas evitem gorduras e frituras, além de frutas que ficam expostas ao sol. “Tudo que fica exposto ao sol perde os nutrientes. Além disso, você estará comendo uma caloria vazia que ainda vai fazer mal”.

Sobre vestimentas, a recomendação é para evitar fantasias de tecidos ásperos e secos, com muita renda, fitas, que podem desenvolver alergia. “Podem complicar, dar edema ou fechamento de glote e levar o folião ao pronto-socorro”. O mesmo se aplica à maquiagem em crianças e às roupas fechadas ou pretas, que não transpiram.

Outro alerta diz respeito ao perigo de lesões no carnaval. Segundo a especialista, as mulheres, em especial, devem evitar fantasias com sapatos ou sandálias de salto alto. “Para não ter nenhuma lesão de tornozelo, de joelho, complicação ortopédica, que são muito comuns nessa época”. O calçado ideal para quem vai pular em blocos de rua é um tênis confortável ou sapato sem salto.

O uso de bebida alcoólica deve ser moderado. O ideal para os homens, disse Isa Bragança, é tomar 30 mililitros (ml) de álcool e para as mulheres, 15 ml. “Isso para quem está acostumado a beber. Quem não está acostumado, não deve beber nada que contenha álcool”. Ela esclareceu que essa é a dose que não é prejudicial ao organismo. Ainda sobre bebida alcoólica, a dica dada pela cardiologista é que para cada copo de álcool, o folião deve beber dois de água, “para poder diluir esse álcool”. E, se beber, não dirija, destacou.

Antes e depois da folia, os adeptos do carnaval devem consumir carboidratos, “porque têm muita energia”. Entre eles, a médica citou o macarrão sem molho branco, arroz, a batata cozida, o pão com peito de peru. Sugeriu que junto com o carboidrato, a pessoa pode comer também uma proteína, dando preferência a frango, peixe e ovo. “Porque é isso que dá energia, que dá pique, que faz a pessoa ficar em pé".

Fonte: Agência Brasil

NOSSA OPINIÃO

Aos amigos que vão viajar e deixar a casa sozinha, aconselho deixar a chave do imóvel com alguém de confiança para visitas diárias. A bandidagem já esta rondando e investigando. Deixem luzes acesas em um dia e apagadas em outro, enfim, façam algo para dar a impressão de ter alguém em casa.

No trânsito, todo o cuidado é pouco. Sabemos que não depende apenas de nós, mas dos outros, portanto, atenção redobrada e direção defensiva sempre!

Quem for ficar em Sobral e quiser assistir uns filmes, comer pipoca, ler um bom livro e ficar paparicando uma buchuda linda....entre pro clube!!!

Jesus nos abençoe a todos!!!