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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

20 previsões para os próximos 100 anos

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A BBC compilou uma interessante lista de 20 possíveis acontecimentos notáveis para os próximos 100 anos baseando-se na contribuição de seus leitores e na curadoria editorial do genial futurista Ian Pearson. 

Se acreditarmos, como o escritor Wallace Stevens, que "a imaginação é a vontade das coisas", então talvez este exercício seja também uma espécie de profecia ou uma construção à distância temporal.
     
Para além de um intempestivo apocalipse, é possível que o mundo viva uma série de fascinantes mudanças, ao que parece sob o império da aceleração tecnológica, que leva a vanguarda quanto se refere ao desenvolvimento e transformação da natureza.




1. Os oceanos serão cultivados extensamente (mas não só com peixes).

Ian Pearson considera que esta tendência é inevitável, já que teremos que alimentar 10 bilhões de pessoas e a terra firme não terá mais pasto. O cultivo de algas para produzir energia renovável, para matérias primas e a extração de recursos é uma das alternativas mais plausíveis para a sobrevivência. Algas geneticamente modificadas para absorver mais nitrogênio poderiam liberar até 68% da água que é usada atualmente na agricultura convencional. Por outro lado recentemente descobriu-se que o fundo do oceano é similar a um bosque tropical quanto à enorme quantidade de biodiversidade e se revela como uma fonte de grande riqueza para o futuro (ainda que isso talvez signifique uma exploração indiscriminada).

2. Poderemos nos comunicar através de transmissões telepáticas.

Os editores da BBC pensam que isto é totalmente provável: "Recolher pensamentos e reproduzir em outro cérebro não será mais difícil que armazenar na Internet. A telepatia sintética soa como algo de Hollywood, mas é completamente possível, desde que a comunicação se entenda como sinais elétricos e não palavras".

Atualmente já existem numerosos aparelhos -alguns deles sem fio- que traduzem as ondas cerebrais de uma pessoa e o transmitem a uma máquina, de forma a controlar uma cadeira de rodas, por exemplo, com a mente. A complexidade das mensagens que podem ser traduzidas sem dúvida aumentará. O limite é difícil de marcar, mas alguns cientistas já mapeiam o cérebro para extrair imagens do mesmo, inclusive pesquisam a possibilidade de gravar os sonhos. Simultaneamente a neurociência avança de tal forma que identifica neurônios individuais para certos processos mentais: talvez em 100 anos poderemos conhecer literalmente o pensamento de outra pessoa a distância, sem a necessidade de que o exteriorize. Haverá quem, no entanto, considere que teria sido mais fácil desenvolver a capacidade natural de empatia (essa outra palavra para descrever o que conhecemos como telepatia.)

3. Graças à engenharia genética e à robótica teremos humanos hiper inteligentes que serão praticamente imortais

Ian Pearson acha que é provável que o ser humano consiga a imortalidade digital, isto é, que consiga descarregar uma consciência a uma máquina por um tempo ilimitado. Isto será assistido pela modificação genética que permitirá incrementar a longevidade "fazendo com que as pessoas se mantenham vivas até que a tecnologia de imortalidade eletrônica esteja disponível a um custo relativamente accessível". O futurista Ray Kurzweil, conhecido por seu tecno-otimismo, acha que isto ocorrerá no ano 2045 com a chegada da suposta Singularidade tecnológica, o ponto crítico de expansão exponencial do conhecimento: em outras palavras o momento no que a tecnologia nos fará surgir de nossas cinzas -ou trajes de macacos- para cruzar a ponte da história para o super-homem.

4. Poderemos controlar o clima.

Algo que os editores da BBC consideram muito provável, já que existe na atualidade tecnologia capaz de mediar tornados, gerar chuva e inclusive desviar meteoros (por não falar das versões conspiracionistas de que existe tecnologia para criar terremotos, como supostamente é o caso do HAARP). Assim mesmo, devido à mudança climática, está se empilhando um grande conhecimento sobre como funciona o clima e os sistemas meteorológicos. Existe uma corrente na ciência que é a favor da geoengenharia -incluindo Bill Gates-. Por outro lado há os que consideram que a modificação climática artificial significa um grande risco por alterar os padrões e ritmos naturais de um sistema holístico como o terrestre, algo que poderia ser similar a abrir a mítica caixa de Pandora.

5. A Antártida estará "aberta para os negócios".

Ainda que exista um movimento conservacionista para preservar a Antártida (assim como o Ártico) como uma espécie de reserva natural, também há crescente pressão para explorar os recursos (minerais, petróleo e gás) que podem existir nesta zona polar. Terá que ver se esta exploração acontecerá de maneira harmônica, respeitando leis internacionais ou acabará sendo, como costuma acontecer, um novo e descontrolado colonialismo industrial. Por outro lado poderia acontecer um novo conflito político internacional, já que, como todos sabemos, ali se encontra a entrada à civilização perdida de semideuses e, no Ártico, a reserva mundial de kriptonita, que será muito útil uma vez que sejamos invadidos pelos extraterrestres.

6. Apenas uma moeda global.

Os editores da BBC dividem-se neste caso. Por um lado consideram que é plausível, já que uma divisa eletrônica única poderia unificar e facilitar transações (e tem sido algo que diferentes organismos, desde a ONU e inclusive Rússia e China têm pedido). Por outro lado ante a crise econômica mundial, existe também uma tendência em sentido oposto (o fracasso do Euro poderia inclinar a balança). A Internet permite novas formas de intercâmbio de valor, como as bitcoins ou o dinheiro do Second Life. Analistas como Douglas Rushkoff chamam o regresso do dinheiro local, programado por pequenos grupos para permitir o intercâmbio fora dos asfixiantes paradigmas marcados pelos grandes bancos. Há que assinale também, que um dos supostos propósitos da chamado Nova Ordem Mundial seria justamente instaurar uma moeda global virtual que possa ser controlada por um banco central.

7. Nossos cérebros estarão ligados aos computadores com uma interface.

De novo isto é altamente provável, o emprego da nanotecnologia e da hibridização biotecnológica para aumentar a função cerebral é uma tendência sem retorno. Os editores da BBC acham que em 2075 o melhoramento das capacidades cognitivas com a ajuda das máquinas será algo tão distribuído, que aqueles que não tiverem acesso a esta tecnologia estarão defasados, talvez criando uma divisão entre humanos turbinados e humanos não turbinados.

8. Nanobots fluirão por nossos corpos arranjando nossas células.

Ainda que atualmente os nanobots existem só em teoria, este campo cresce com velocidade e não há nada (de novo, em teoria) que o detenha. Aparelhos microscópicos poderão interagir com nossos corpos a nível de células individuais e consertá-las em tempo real antes de que estas se degenerem.

9. Teremos conquistado a sonhada fusão nuclear.

Para 2040 isto será altamente provável. E então poderemos fazer como os núcleos das estrelas, gerando a energia cósmica fundamental que põe em movimento os astros no universo. No entanto os editores da BBC acham que a energia eólica não será das prediletas e se tornará impraticável e obsoleta.

10. Só três idiomas: mandarim, espanhol, e inglês.

Outra tendência forte com a globalização. Os idiomas "menores" estão desaparecendo a um ritmo acelerado e os outros idiomas maiores, excetuando se o português, como o alemão, o russo, o francês, são falados geralmente em áreas nas quais a maioria das pessoas falam também alguns destes três idiomas.

11. Pelo menos 80% do mundo aceitará o casamento gay.

Isto parece contundente no Ocidente e provavelmente signifique toda uma paleta de diversos casais disponíveis. Em outras regiões, onde a religião tem maior influência, permanecerá a resistência e nada ou pouco mudará.

12. A Califórnia liderará a ruptura dos Estados Unidos.

Já existem certos indícios de que Califórnia quer se separar dos EUA e isto poderia se intensificar. A enorme diferença entre a capacidade de geração de riqueza em um país tão grande pode ser uma bomba relógio; também, a diferença ideológica que é gerada em um estado próspero no qual coincidem diversas etnias e formas de conceber a existência poderia influir.

13. Elevadores espaciais se tornarão acessíveis as viagens siderais.

Aparentemente os elevadores espaciais constituem um passo lógico no desenvolvimento do turismo espacial e ao multiplicar-se tornarão menos custoso o transporte ao espaço, que, digamos, o voo em aeronaves como as da Virgin Galactic. Por outro lado o desenvolvimento em massa desta tecnologia supõe certa prosperidade mundial, algo que no momento contempla nuvens escuras em seu futuro.

 
14. As mulheres ficarão grávidas tanto por inseminação artificial quanto pelo meio tradicional.

Algo que no momento parece longínquo, mas se levarmos em conta que o diagnóstico de implantação pré-genética permite que um embrião seja selecionado por suas características mais favoráveis se torna cada vez mais popular e que já é possível descartar embriões que tenham doenças congênitas, em um futuro a inseminação artificial poderá se assemelhar ao desenho genético, onde se captarão somente os caracteres desejados.

15. Existirão museus para quase qualquer aspecto da natureza, já que a maioria dos habitats naturais estarão destruídos.

Esta fatídica predição tem o risco de converter-se em realidade se o ritmo de extinção de espécies e de consumo de recursos seguir crescendo. É possível que conquistemos um ponto de imortalidade tecnológica, mas na qual somente poderemos participar na natureza através de ambientes simulados ou pré-gravados. O mundo inteiro seria um museu cuja vitalidade seria preservada somente como estímulos elétricos programados em nosso cérebro.

16. Os desertos se converterão em bosques tropicais

Contrariando o item anterior de que mundo poderá se transformar em um museu de ciências naturais, isso poderia ser evitado se optarmos logo logo pela modificação climática e iniciarmos um processo de reverdecimento dos desertos.

17. O casamento será substituído por contratos anuais.

A instituição do casamento como conhecemos pode declinar. Em um futuro nem tão distante poderemos viver mais de cem e talvez centenas de anos, quando então a perspectiva de passar toda a vida com apenas uma pessoa deve se alterar. - "As pessoas desejarão casamentos que não durem para sempre e que não os deixem na falência quando acabem", diz Ian Pearson.

18. Nações soberanas deixarão de existir e se estabelecerá um governo global.

Pearson vê todo o contrário, a formação de pequenos países, alguns inclusive formados por corporações. A ponta de lança serão os multimilionários que controlam novas tecnologias que buscarão criar estados soberanos -pequenas utopias- em águas internacionais. Ainda que claramente temos a versão conspiracionsita de um estado global totalitário -com microchip incluído-. Ou a versão new age otimista em que todas as nações se unirão sob princípios elevados de liberdade e compaixão. Claro que para isto seria necessário um acontecimento transformador (ou cataclísmico) que altere radicalmente nossa forma de vida (e, lógico, nossa consciência).

19. A Guerra acontecerá meramente por controle remoto

Uma tendência relativamente forte com o desenvolvimento dos drones (aviões não tripulados). No entanto, a atração dramática de levar soldados à guerra para alimentar a máquina de sacrifício e criar entretenimento mediático é uma arma cujo desuso custará ainda um grande trabalho aos governos ocidentais.

20. Grã-Bretanha viverá uma revolução.

Apesar de trabalhar em uma empresa estatal, Ian Pearson, diferente dos demais não abandona a fleuma britânica, assinala que isto não é de todo provável. A verdade é que este último item indica mais um desejo desesperado dos britânicos do que uma predição e se nos limitarmos à história recente, têm razão, viverá uma revolução... para pior. Existe até uma piada recorrente na rede que dá conta que os europeus são os novos brasileiros: - "Estão dando olé no futebol. Ouvindo música lixo brasileira ('Assim você me mata...') e catando papel na ventania..."
     
Fonte: BBC

10 razões para diminuir o trabalho

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     A revista Time selecionou bons motivos para diminuir o ritmo no trabalho. A redatora Mita Dira postou um tweet da Indonésia em 14 dezembro dizendo que já estava há pelo menos 30 horas trabalhando. Poucas horas depois ela entrou em coma e morreu no dia seguinte vítima de exaustão e excesso de trabalho. Por conta deste e de outros casos, a revista americana Time elencou dez boas razões para que os profissionais evitem trabalhar tanto.  

     Quantidade mata qualidade

     Você quer ser excelente no que faz . Mas quanto mais tarefas você assumir, menor a chance de fazer um excelente trabalho em qualquer um deles. Corte itens da sua lista de tarefas, senão você pode errar naqueles que mais importam.

    

        Assuntos do sono

     "O caminho para uma vida mais produtiva e mais alegre passa por uma boa noite de sono", segundo Arianna Huffington em uma TED talk em 2011. Ela já passou por isso, chegou a desmaiar de cansaço e quebrar o maxilar. Agora é uma espécie de evangelista do sono. "Recentemente, fui jantar com um cara que se gabou de que ele tinha conseguido dormir apenas quatro horas na noite anterior". Ela respondeu: “se você tivesse dormido cinco, este jantar teria sido muito mais interessante."

     

     Você não presta quando é preciso

     Segundo a Time, entrar em uma reunião cansado e distraído não vale a pena. Você vai ser ruim para a geração de novas ideias e para encontrar soluções criativas para os problemas.

     

      Seu humor é um desmancha-prazeres

     O tipo de irritabilidade e impaciência que se passa com excesso de trabalho e atraso vai lançar uma nuvem negra sobre as pessoas ao seu redor, tanto no trabalho como em casa. Você é um funcionário que irá prejudicar a sua carreira. Se você é um pequeno empresário, irá prejudicar o seu negócio.


     Seu julgamento é prejudicado

    A pesquisa é precisa: a privação de sono prejudica a tomada de decisão. Como líder, o julgamento pobre é algo que você não pode pagar. Tirar algumas tarefas de sua lista de coisas a fazer pode significar que você use seu máximo de concentração e inteligência para as decisões difíceis que o seu trabalho exige.


     Você está dando um mau exemplo

     O horário de trabalho e o tom que você definiu para si mesmo provavelmente será espelhado pelo mais inteligente e mais ambicioso de seus empregados. Que tipo de líderes e chefes que você quer que eles sejam? Se você quer ideias mais brilhantes, então não crie um ambiente onde todos disputam para ver quantas horas eles podem trabalhar sem cair.


     Sempre haverá mais trabalho

     Se você executar o seu próprio negócio, há sempre um novo projeto para começar, um novo cliente de prosseguir ou uma nova tecnologia para experimentar. Isso pode ser uma coisa boa, mas só se você tiver tempo e energia para fazê-los com excelência.


     Você está machucando seus relacionamentos

     Pode haver pessoas na sua vida se sentindo excluídos. Não espere até que seja tarde demais.


     Você está estragando a sua saúde

     Será que Mita Diran sabia que ela estava arriscando sua vida por trabalhar tanto? Parece claro pelos seus tweets que não. Se tivesse, ela teria feito uma escolha diferente. Se você deixa o seu horário de trabalho interferir na sua alimentação e exercício físico regular, para não mencionar o sono, é possível que você esteja encurtando a sua vida por excesso de trabalho. Vale a pena?


     A maioria do trabalho é menos importante do que você pensa

     Há alguns anos, um homem atendeu pacientes em fase terminal. Aqueles que tinham tido carreiras lamentaram o número de horas que passaram no trabalho. Mas muitos de seus pacientes também falaram de sonhos que desejavam e que haviam realizado.

     Pergunte-se: em 10 anos, vou me preocupar com isso? Se a resposta for não, então provavelmente é hora de parar e ir descansar um pouco.

     Fonte: Revista Time, janeiro 2014.

Amor do pai é uma das maiores influências da personalidade da criança



Que o amor materno é fundamental para a vida de qualquer criança, não temos qualquer dúvida. Aliás, em pleno século XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade (quase que exclusiva) da mãe os cuidados com os filhos (é uma criança que faz birra? Que bate no amiguinho? Que vai mal na escola? “A culpa é da mãe”, não é assim que ouvimos comumente por aí?).

Mas como fica o papel do pai nessa história? Pois um estudo recente mostrou que ele é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crianças de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando são rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem são apegadas emocionalmente. E quando essa rejeição é do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.

amor de pai

Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crianças e adultos, a rejeição paterna tem essa influência tão marcante porque, em primeiro lugar, é mais comum do que a materna. E também porque a figura do homem é associada a prestígio e poder – ou seja, para a criança, é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que todos consideram importante.

Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física. As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

A boa notícia é que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contrário na formação da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.
 
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Professores de faculdade têm um grande impacto na vida profissional

O professor Keating, de Sociedade dos Poetas Mortos (Foto: reprodução)
O professor Keating, de Sociedade dos Poetas Mortos - sim, ele não é um professor universitário, mas achamos que ele merecia ilustrar a nota mesmo assim (Foto: reprodução)

Você se lembra de um professor que considerava inspirador? Alguém com quem pudesse conversar sobre seus planos mesmo fora da sala de aula? Pois uma pesquisa revela que, quem teve a sorte de ter um mestre assim, pode ser mais satisfeito com sua carreira e com sua vida em geral.

O estudo, conduzido pela Universidade Gallup-Purdue, analisou mais de 30 mil pessoas que haviam se formado recentemente no ensino superior. Dessas, 63% afirmou ter um professor que tornava o aprendizado mais prazeroso e empolgante. E 27% afirmou ter um mestre que se preocupava com os seus alunos para além da sala de aula, conversando sobre planos de carreira e outros tópicos.

Essas mesmas pessoas, que tiveram professores inspiradores, afirmaram ser 2,2 vezes mais felizes no trabalho do que aquelas que não tiveram referências parecidas na vida universitária. E o impacto do professor pode ir além: quem se dizia satisfeito com o trabalho também era 4,6 vezes mais satisfeito com a vida em geral.

Fonte: Revista Galileu

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Estudo solicitado por Obama comprova que porte de armas diminui criminalidade

Ele, em seu “Pré-Conceito” tinha certeza que o estudo provaria que o desarmamento era urgente, porém as estatísticas demonstraram o contrário. 

Veja o estudo neste link.
Veja o artigo original neste link

Embora as estatísticas provem mais uma vez que desarmar a população leva a mais crimes violentos, o Presidente Barack Obama e sua comitiva do Congresso não pararam de fazer tudo ao seu alcance para dificultar que os americanos consigam armas de fogo legalmente.

Citando o tiroteio em massa do Sandy Hook no ano passado, os democratas alegaram que devemos restringir a posse de armas e tirar a Segunda Emenda para a segurança de nossas crianças e para o público em geral.
Mas um novo relatório encomendado pela Casa Branca intitulado Prioridades de Pesquisa para reduzir a ameaça de violência por armas de fogo confirmou o que muitos defensores de armas para defesa pessoal têm vindo a dizer há anos. O relatório, encomendado pelo presidente Obama com 23 ordens executivas assinadas na sequência do incidente Sandy Hook, pediu ao Centros de Controle de Doenças (CDC), o Conselho Nacional de Pesquisa e outras agências federais para identificar os “problemas mais comuns na violência com armas de fogo”.

Para a surpresa de seus autores e aqueles que sem dúvida teriam usado o relatório para restringir ainda mais o acesso a armas de fogo para defesa pessoal, o estudo constatou que a posse de armas realmente salva vidas e aqueles que têm uma arma de fogo à sua disposição aumentam suas chances de sobrevivência e reduz sua chance de lesão em caso de serem confrontados por um violento criminoso:
As estimativas dos inquéritos nacionais indicam que o uso de arma na defesa pelas vítimas, pelo menos, tão comum quanto o uso ofensivo por criminosos, variam de cerca de 500 mil para mais de 3 milhões por ano …

A estimativa de 3 milhões de utilizações defensivas por ano é baseado na extrapolação a partir de um pequeno número de respostas feitas a partir de mais do que 19 inquéritos nacionais. A ex-estimativa de 108 mil é difícil de interpretar porque os entrevistados não foram questionados especificamente sobre o uso de arma de defesa.
Questão diferente é se o uso defensivo de armas, numerosos ou raro que sejam, são eficazes na prevenção de lesões para a pessoa que empunha a arma. Estudos que avaliaram diretamente o efeito do uso de armas para defesa(isto é, os incidentes em que a arma foi “usado” pela vítima, no sentido de atacar ou ameaçar um criminoso) encontraram taxas de acidentes sempre inferiores para as armas utilizadas pela vitima da criminalidade em estratégias de auto-proteção.
Estudo completo disponível na Academia Nacional de Ciências

Via: Na lista negra Notícias / História Leak

Considere-se que 3 milhões de pessoas usam uma arma para se defender de danos a cada ano. Isso significa que mais de 8.000 americanos todos os dias agem com força para evitar ferimentos ou morte para si ou para um membro da família.

Além de provas contundentes de que possuir uma arma reduz as chances de lesão, quando atacadas, independentemente de você disparar a sua arma ou não, o novo relatório mostra que houve longo obscurecimento das estatísticas nacionais de décadas que têm sido utilizados para determinar o importância das armas em legítima defesa. Até este estudo tornar-se disponível, os políticos anti-armas muitas vezes citavam os números que indicam que apenas 108 mil pessoas por ano usavam armas em legítima defesa. O novo estudo sugere que esses números estavam fora por mais de 2500%.

O novo relatório da Casa Branca, juntamente com a evidência de Austrália , Grã-Bretanha e o Canadá mostra que o porte de arma pessoal é um caminho para diminuir a violência, ferimentos e morte.
O Presidente encomendou este estudo, na esperança de encontrar uma razão para ter mais leis anti-armas.

O que ele encontrou, no entanto, é que a resposta à violência armada na América é … armar mais americanos.

Veja o vídeo de um brasileiro que mora nos EUA comentando o caso:





Veja como o governo da Suíça incentiva as pessoas a terem armas: Posse de armas na Suiça é incentivado pelo governo


Fonte: http://blog.jornalpequeno.com.br/linhares/2013/07/11/estudo-solicitado-por-obama-comprova-que-porte-de-armas-diminui-criminalidade-e-frustra-presidente/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Juíza autoriza detenta a frequentar curso de História na Universidade Federal do Ceará

A juíza Luciana Teixeira de Souza, da 2ª Vara de Execuções Criminais da Comarca de Fortaleza, concedeu autorização para que a detenta Cynthia Corvello, que cumpre pena em regime fechado, frequente o curso de História da Universidade Federal do Ceará (UFC).

A decisão foi proferida nesta sexta-feira (24/02).Segundo a magistrada, a medida não representa "abrandamento da justiça", mas oportunidade para que a detenta reconstrua a vida. "Ao examinar sua conduta carcerária e seu mérito individual, tenho convicção de que a contribuição à sociedade será muito maior se concedido o direito de estudo à presa", afirmou.

Cynthia Corvello deverá frequentar as aulas de segunda a sexta-feira, em um único período (manhã ou tarde). Durante o curso, ela fará uso de tornozeleira eletrônica, que restringirá sua liberdade de locomoção no percurso entre o Instituto Penal Feminino Aury Moura Costa, em Aquiraz, e o campus da UFC, na Capital.

Ainda de acordo com a juíza, nos dez primeiros dias de aula, a condenada terá acompanhamento presencial de autoridade do sistema penitenciário. A Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) do Ceará ficará responsável por fiscalizar o cumprimento das medidas restritivas. A autorização, destacou a magistrada, será revogada "em caso de descumprimento de qualquer uma das condições impostas".

Fonte: site do TJ-CE

NOSSA OPINIÃO

É louvável a atitude da magistrada que permite a ressocialização da apenada, cumprindo com os objetivos da pena. Mas entendo que essa medida deve ser exceção. Para a concessão do benefício é indispensável que a apenada tenha tido bom comportamento prisional, além do quê deve se averiguar a natureza do crime cometido.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Todos os homens com acesso à Internet consomem conteúdo pornográfico


O site britânico The Telegraph publicou um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Montreal, Canadá, que comprova algo que as mulheres já desconfiavam: não existe nenhum homem com acesso à internet que não tenha consumido pornografia, em algum momento de sua vida, mesmo que fosse por pouco tempo.

O estudo foi liderado pelo professor Simon Louis Lajuenesse, e seus resultados revelam informações importantes sobre o comportamento dos homens em relação à sua sexualidade. O estudo conclui que, em média, os homens começam a ter contato com conteúdos adultos a partir dos 10 anos de idade e que 90% da pornografia consumida no mundo está na Internet, enquanto que os 10% restantes estão em lojas de vídeo, ou videolocadoras (as que sobreviveram).

Homens solteiros consomem algum conteúdo pornográfico três vezes por semana, durante aproximadamente 40 minutos. Já aqueles homens que estão em algum tipo de relacionamento (namoro, noivado, casamento e outros) são mais moderados: são 20 minutos de conteúdo adulto, a cada 1,7 vezes por semana.

Inicialmente, o estudo da equipe do professor Lajuenesse tinha como objetivo comparar a percepção dos homens que consumiam conteúdos pornográficos regularmente, com aqueles que não procuravam por esse material. Porém, ele constatou que, nos dias de hoje, não existe um homem dito normal (no estudo, grupos específicos foram excluídos, como celibatários por exemplo) que não tenha entrado em contato com qualquer tipo de conteúdo adulto.

Porém, esse detalhe não tornou o estudo inválido. A equipe resolveu entrevistar 20 estudantes da Universidade que viam conteúdos adultos regularmente, obtendo resultados mais objetivos sobre seu comportamento do que no propósito inicial da pesquisa.

Lajuenesse ressalta que o consumo de pornografia não muda a percepção dos homens sobre as mulheres, e que as pessoas só consomem o conteúdo que correspondem às suas próprias percepções da sexualidade. “O importante é que todas as formas de sexualidade sejam as mais harmoniosas e satisfatórias possível”, completa o professor.

Nossa Opinião

Acho que qualquer coisa que eu falar aqui só vai piorar minha situação diante da PATROA...inclusive isso... :(

Fonte: www.globo.com